A ACIAR lançará a segunda edição do Catálogo Virtual Dia das Mães. Até o dia 23 de abril, as empresas interessadas devem encaminhar até três imagens de produtos que queira divulgar para a data. Além das fotos, a empresa deverá fornecer nome e telefone, além do preço de cada produto.
“A nossa expectativa é que, no começo de maio, as lojas já estejam abertas, ainda que com restrições pois a pandemia não terá acabado e o catálogo será um importante instrumento de venda pois permite que as pessoas já saíam de casa sabendo o que e onde comprar”, explica a gerente da ACIAR, Valda Arruda, falando da importância do catálogo em qualquer cenário.
A base do catálogo é a ideia de que crise inspira criatividade. Para participar é muito fácil: selecionar os três produtos e encaminhar, por e-mail, para informatica@aciar.com.br
Informações podem ser obtidas pelo celular (13) 99713-5707.
ACIAR apoia medidas propostas pela FACESP
ao governo para reabertura do comércio
A FACESP (Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo) encaminhou ofício ao governador João Dória em que pede flexibilização para que o comércio, principalmente “não essencial” volte a funcionar com horário escalonado e com campanhas de conscientização do consumidor e da população.
No documento, a FACESP reconhece a gravidade da pandemia mas considera que as medidas do governo devem ter foco de preservar a saúde com o menor dano possível às atividades econômicas. “Não se pode ignorar que o longo período de restrições, superior a um ano, embora intermitentes, vem provocando significativos prejuízos econômicos, sociais e até psicológicos, afetando o estado de espírito da população”, diz Alfredo Cotait Neto, presidente da FACESP, ressaltando que desde o início da pandemia o comércio considerado “não essencial” foi o mais penalizado pela pandemia.
A Federação alerta, por fim, que a contínua penalização do comércio “não essencial” está gerando danos irreparáveis para as empresas do setor, como o aumento do desemprego, a descapitalização, o endividamento das empresas, a desestruturação das cadeias de suprimentos e o agravamento da concorrência informal por vias eletrônicas, onde se vende de tudo, inclusive produtos importados ou contrabandeados sem o recolhimento de impostos.